Apoc.
3:19 diz; “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê
pois zeloso, e arrepende-te”.
A
disciplina, não é como muitos a julgam, um ato de raiva e de
vingança. Mas ela tem a sua fundamentação no amor de alguém que
busca o melhor para com àquele que disciplina.
Hebreus
12: 6-8: “Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a
qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos
trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos
participantes, sois então bastardos, e não filhos”.
Aquele
que disciplina deve se colocar como o benfeitor (pai), na vida
daquele que vai ser disciplinado. Portanto buscando com amor a sua
restauração.
A
disciplina deve sempre ser proveitosa, e produzir mudança de
atitude.
Quem
repreende deve ser irrepreensível naquilo que repreende, caso
contrário, não produzirá o fruto desejado, mas sim mágoa e
rancor.
Veja
o que diz Mateus 7: 3 a 5: “E por que reparas tu no argueiro
que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu
olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu
olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do
teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu
irmão.”
Uma
conclusão boa para estas palavras seria;
- Antes de corrigir alguém, devo sondar a minha vida e o meu coração para ver se não sou eu quem está precisando ser disciplinado.
- Em segundo lugar, sondar o meu sentimento para com àquele que dirijo a disciplina, e ver se estou agindo com amor, buscando a sua edificação.
- Por fim lembremo-nos que devemos ser humildes quando tivermos que ser disciplinados, vendo sempre na disciplina uma oportunidade de crescimento.
Pastor
Antenor

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