Quantos casais não trocam afetuosidades, nem sequer uma palavra carinhosa. Mesmo que não haja agres

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Para sermos sinceros, … não somos (totalmente) sinceros!

Será que eu sou, exatamente, quem você acredita que eu seja? Será que você é, exatamente, quem eu penso conhecer? Estas questões não existiriam se fôssemos de todo sinceros. Mas a sinceridade, que é uma coisa exigida primeiramente por Deus e também pelo nosso próximo, tem a sua dificuldade na prática. Se fôssemos sinceros, de fato, em tudo o que tivéssemos que falar ao nosso próximo, quantas vezes falaríamos coisas que ele não gostaria de ouvir. Então, para sermos sinceros, conosco mesmo! Nem sempre somos sinceros, pelo menos não somos totalmente. A origem da palavra sinceridade, foi com os romanos. Os fabricantes de vasos de barro. Após o calor do forno, em que colocavam os vasos para secá-los. Ao retirá-los do forno, percebiam pequenas trincas, que não chegavam a danificar o produto, mas tornava-os pouco atraentes e por isso seria difícil de vendê-los. A saída era passar cera, para “esconder” as imperfeições. Então vendiam os vasos, que muitas pessoas sabiam que tinham cera, mas preferiam assim, porque era mais agradável à vista. Na verdade os vasos “sem cera”, eram rejeitados. Pensemos agora no seguinte: Numa conversa de alguém conosco, esperamos que fale com sinceridade. Porém, nem sempre a sinceridade de alguém nos agrada ouvir. Embora saibamos que em vez de falsos elogios, é melhor receber críticas com sinceridade. Não é bom cultivar uma amizade falsa. Não é bom, quando nos despedimos de alguém que tratamos com carinho, sair criticando, dizendo por exemplo: - “Ah!, detesto essa pessoa!”. Não é bom, quando somos tratados com carinho, ficamos achando que a pessoa não foi sincera, e muitas vezes dizemos: - “Ih!, como essa pessoa é falsa!” Então como devemos agir? Devemos agir com sinceridade! Sempre! E como devemos fazer para muitas vezes não ofendermos alguém com a nossa sinceridade? Se não conseguirmos falar com franqueza, com lealdade porque a pessoa não aceita, o melhor é ficar calado. Se tivermos que ter um relacionamento com alguém, que não podemos ser sinceros, então esta amizade não é verdadeira. Se você cultivar a sinceridade em suas amizades, desde o início, você será sempre bem aceito e respeitado nas suas palavras. Contudo, não sejamos ríspidos e nem arrogantes, quando tivermos que falar algo, que vá ferir alguém. Se tivermos que falar, meditemos antes, como e quando vamos falar. E, principalmente, pensando em nós mesmos, quando ouvirmos algo que nos incomode, sejamos humildes para aceitar. E bem melhor ouvir uma palavra que nos incomode, mas que seja sincera, do que sermos adulados por alguém que pensa em depois nos trair. Sejamos pois, sinceros com Deus, e também conosco mesmos e ainda com o nosso próximo. Prov. 12: 17 “Quando a verdade é dita, a justiça é feita; mas a mentira produz a injustiça”. (BLH)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Pessoas solitárias

No final de um funeral, quando as pessoas presentes vão se despedindo, e vai deixando sozinho aquela(e) que perdeu seu companheiro(a), fico pensando como será a sua volta à vida, depois desta despedida. Fico imaginando a sua triste solidão, principalmente quando os filhos já casados, voltam às suas atividades. Porém, esta solidão pode acontecer, mesmo sem despedidas finais, causadas pela morte. Por exemplo em lares onde os casais não conversam mais: Muitas pessoas estão solitárias no meio dos seus familiares, onde não existem mais diálogos. Existem lares que parecem escritórios, cujos casais que não trocam mais palavras afetuosas, e quando se falam, o assunto é só relativo à manutenção do lar. Quantos casais não trocam afetuosidades, nem sequer uma palavra carinhosa. Mesmo que não haja agressão física ou verbal, a solidão machuca, adoece até pode matar. Lares onde pais e filhos não tem mais o que conversar com seus filhos. Os filhos cresceram, acharam seus rumos. Já podem, eles mesmos, comprar o que precisam, já não precisam mais do “abastecedor do lar”. Já não precisam mais pedir para sair, nem informar onde estiveram. Saem calados, quando muito um “tchau”, voltam em silêncio. Já não têm mais assuntos em comum. Nas empresas há pessoas solitárias. Nas igrejas há pessoas solitárias. Na sua vizinhança há pessoas solitárias
Agora deixa eu falar duas coisas com você: A primeira é sobre você. Talvez, ao ler estas linhas, você se sinta o próprio solitário. Mas, existe alguém que pode te fazer companhia, toda hora e todo dia. Jesus está pertinho de você, querendo mesmo habitar em seu coração, deixe Ele entrar! Através do Seu Espírito Santo, Ele te consola e te enche de alegria. A segunda é sobre o seu próximo. Você pode olhar à sua volta, e perceber alguém solitário perto de você. Você pode se lembrar de alguém que mora só. Alguém que está doente ou desempregado. Alguém que foi desprezado ou encarcerado. Mesmo idosos, órfãos e abandonados. Que bom seria para estas pessoas sentirem a nossa atenção. Leia e reflita no evangelho de Mateus, capítulo 25, versículos 34 a 40. Neste texto, Jesus nos exorta à esta atividade. Visitar os que estão precisando ser visitado. Ele ainda diz, “quando fizerem isto a um destes pequeninos, estão fazendo a mim”. Pastor Antenor